Ficcionalizando meus eus
Estou diante de uma casca
Que range e é purulenta
E que protege um profundo pântano lúgubre
E no meio das plantas rasteiras
Pequenos vagalumes voam
Corporificam a luz lamacenta
E não mostram caminho algum
Apenas seguem para o mais escuro
E esperam
Que suas existências
Tenham algum sentido.
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